O projeto “Águas que Educam”, parte do Programa Rede, da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação e com total apoio do governo municipal por meio da Secretaria de Educação, teve início na noite da última terça-feira, 21 de outubro de 2014, no Conviver – Centro de Convivência do Idoso – ‘Nosso Sonho’, com a palestra do Prof. Dr. Gilberto Luiz Alves e com a Mostra de Artes: “O Pantanal e sua história na pintura sul-mato-grossense” que reuniu mais de 70 telas de artistas representativos do Estado.
Proposta e organizada pelo Prof. Dr. Gilberto, a exposição retratou a história, a evolução econômica e as consequências da colonização no Estado, expressos em obras produzidas ao longo de cinco décadas e que utilizaram a água como elemento de ligação.
A abertura foi feita pelo vice-prefeito e procurador Jurídico do Município, Roberto Rodrigues, no ato representando o prefeito Waldeli dos Santos Rosa, que elogiou a iniciativa e agradeceu a presença do público, formado em sua maioria por jovens, professores, acadêmicos e pessoas interessadas pelo Projeto Águas que Educam.
“Em nome do prefeito Waldeli, agradeço a presença de todos, que possam ter um bom proveito desse importante projeto apoiado pela UFMS. Esta mostra é uma oportunidade de compreender este conhecimento feito pelo professor que narra a história de Mato Grosso do Sul”.
Após o uso de palavras das autoridades, o Prof°. Dr. Gilberto iniciou uma fala com a plateia, abordando temas como educação, arte e cultura, enfocando a necessidade de prestigiar os artistas regionais e sua produção, nos mais diferentes segmentos culturais. “É uma satisfação estar em Costa Rica. As telas que fazem parte dessa exposição pertencem a um acervo que fui adquirindo desde 1974, como forma de entender a realidade do mundo por meio da arte, mediante a visão de nossos artistas” disse Gilberto.
O artista lembrou que a Mostra “Pantanal e sua história na pintura sul-mato-grossense” é a realização de um sonho e contou com apoio da coordenação da UFMS. “Sempre pensei em fazer um trabalho de caráter educativo. Esta mostra cumpre um pouco deste objetivo, que tenho há anos. É necessário romper com este discurso que não significa nada, feito por muitos artistas ou setor intelectual, de que arte é coisa para pessoas mais rebuscadas, entendidas. Entender uma obra de arte implica em vê-la primeiramente” explicou.