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03
03 SET 2014
Segunda dose da vacina contra HPV começa a ser aplicada em Costa Rica
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As adolescentes com idade entre 11 e 13 anos de Costa Rica – MS podem tomar a partir da próxima segunda-feira, 08 de setembro de 2014, a segunda dose da vacina contra o HPV (quadrivalente papilomavírus humano). No Município, a primeira dose foi aplicada no mês de março desse ano. A imunização contra o HPV é gratuita e também estará disponível nos ESFs – Estratégia de Saúde da Família - durante todo o ano.

De acordo com a secretária Municipal de Saúde, Adriana Tobal, a vacina também está disponível para as adolescentes que ainda não tomaram a primeira dose. A gestora esclarece também que a vacinação das adolescentes ocorre sem necessidade de autorização ou acompanhamento dos pais ou responsáveis. “Caso o pai ou responsável não autorize a vacinação da adolescente na escola, deverá encaminhar um ‘Termo de Recusa’, devidamente preenchido e assinado”.

Ainda conforme a secretária, as jovens, que foram imunizadas no mês de março, devem receber a partir de segunda-feira (08), a segunda dose da vacina. Ela explica que as que não foram vacinadas também podem receber a imunização. “A vacina não tem efeito sem a segunda dose. As meninas que ainda não tomaram a primeira dose podem receber durante a segunda fase, ou então, ir à unidade de saúde", explicou Adriana Tobal que reforçou que a vacina é para prevenção do câncer do colo do útero.

A coordenadora de Vigilância Epidemiológica, Ellen Pavan, reforça que o calendário municipal de vacinação tem início no dia 08 de setembro, nas escolas municipais, estaduais e particulares. “A 1ª dose também estará disponível para aquelas meninas que não tinham completado 11 anos e também a 2ª dose para aquelas que foram imunizadas em março deste ano”, completou e explicou que o reforço das vacina HPV sera realizada 5 anos após a primeira dose.

Clique em Download e confira as datas que as alunas das escolas municipais e estaduais, de 11 a 13 anos de idade serão imunizadas contra o HPV. Para que as adolescentes estejam devidamente protegidas contra o câncer do colo do útero deverão tomar três doses da vacina contra HPV no esquema recomendado abaixo:

•    1ª dose: a dose inicial será ofertada para adolescentes de 11 a 13 anos, nas ESF’s e escolas, a partir do dia 08 de Setembro.
•    2ª dose: a 2ª dose será administrada seis meses após a 1ª dose, nas ESF’s e a partir do dia 08 de setembro continuarão o esquema para aquelas meninas que iniciaram a vacinação em março.
•    3ª dose: a 3ª dose será administrada cinco anos após a 1ª dose, nas ESF’s.

O HPV
O Ministério da Saúde adotou a vacina quadrivalente contra HPV que confere proteção contra HPV de baixo risco (HPV 6 e 11) e de alto risco (HPV 16 e 18). Essa vacina previne infecções pelos tipos virais presentes na vacina e, consequentemente, o câncer do colo do útero e reduz a carga da doença. Tem maior evidência de proteção e indicação para pessoas que nunca tiveram contato com o vírus.

O HPV é um vírus transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Pode ser transmitido também da mãe para filho no momento do parto. Estimativas da OMS - Organização Mundial da Saúde indicam que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras da doença, sendo 32% infectadas pelos tipos 16 e 18. Os subtipos HPV 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero em todo o mundo e ambos os subtipos estão incluídos na vacina quadrivalente contra HPV.

Em relação ao câncer de colo do útero, estudos apontam que 270 mil mulheres, no mundo, morrem devido à doença. Neste ano, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 15 mil novos casos. Trata-se de uma doença grave e pode ser uma ameaça à vida. No Brasil, é a segunda principal causa de morte por câncer entre mulheres.

“Cabe lembrar que vacinação é uma ferramenta de prevenção primária e também não substitui o rastreamento do câncer, pois a vacina não confere proteção contra todos os subtipos oncogênicos de HPV. Da mesma forma, a vacina não confere proteção contra outras doenças sexualmente transmissíveis e, por isso, a importância do uso do preservativo em todas as relações sexuais”, reforçou a secretária de Saúde de Costa Rica.

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